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Teste no som da Filadélfia aponta cinco mudanças no Brasil

teste no – Antes da abertura dos portões no Lincoln Financial Field, testes no sistema de som indicaram uma possível escalação do Brasil com cinco alterações para o jogo contra o Haiti, pelo Grupo C. A simulação, feita antes das 16h30 (17h30 de Brasília), incluiu a músic

Quando ainda não era hora de o público entrar no Lincoln Financial Field. os testes no sistema de som já estavam dizendo o que poderia acontecer dentro de campo. Antes dos portões serem abertos para a partida entre Brasil e Haiti. pelo Grupo C da Copa do Mundo. o “ensaio” do estádio indicou uma escalação brasileira com cinco alterações em relação ao time usado no primeiro jogo: o empate por 1 a 1 com Marrocos.

A simulação ocorreu antes das 16h30 — 17h30 de Brasília. Primeiro. o teste colocou a música de entrada das equipes em campo: “Sirius”. famosa por ter sido usada pelo Chicago Bulls de Michael Jordan. Depois, seguiram os hinos das duas nações. Em seguida, foram anunciados os times que deverão ser comandados por Carlo Ancelotti e Sebbastien Migné.

Se a formação que apareceu nas caixas de som for, de fato, a oficial, o Brasil vai a campo com: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Fabinho, Danilo Santos, Luiz Henrique e Matheus Cunha; Raphinha e Vinicius Junior.

As novidades em relação à escalação da primeira rodada seriam Danilo, Fabinho, Danilo Santos, Luiz Henrique e Matheus Cunha. Para o banco de reservas. os nomes listados no áudio do estádio foram Ibañez. Casemiro. Bruno Guimarães. Lucas Paquetá e Igor Thiago. Segundo a Fifa (Federação Internacional de Futebol). as escalações são divulgadas cerca de uma hora antes do apito inicial.

Do outro lado, a seleção do Haiti anunciada durante os testes tinha Johnny Placide; Carlens Arcus; Ricardo Adé; Hannes Delcroix; Martin Expérience; Bellegarde; Lenny Joseph; Danley; Fortuné; Pierrot; e Casimir.

A noite na Filadélfia carrega mais do que números. O Brasil não chegou ao torneio com um começo sem sustos — e o próprio contexto do grupo já deixou marcas. Espanha, por exemplo, que vinha sendo apontada entre as grandes candidatas ao título, ficou no 0 a 0 com Cabo Verde, estreante no Mundial.

No caso do encontro com o Haiti. Danilo também puxou uma lembrança do que já foi visto no torneio. Ao projetar dificuldades. ele citou a forma como Cabo Verde se defendeu contra a Espanha: “Meus amigos. vocês viram como Cabo Verde se defendia contra a Espanha?. Além da questão de ter uma linha de seis ou sete defensores. os caras deixavam a vida em cada bola. É aquela coisa de se entregar. ir além. para defender o resultado e fazer um papel bonito na Copa do Mundo contra um favorito”. observou.

O técnico Sebbastien Migné parece pensar na mesma direção. mas com um outro tipo de peso na balança. A equipe haitiana vem de derrota por 1 a 0 para a Escócia na rodada de abertura e. para seguir viva na classificação. precisa pontuar. Ainda assim. para o treinador. o jogo na Filadélfia pode ter menos pressão do que a que costuma cair sobre o adversário:.

“Nossos rivais têm muito mais a perder do que nós. Que sorte para os meninos jogar nesse tipo de atmosfera”, afirmou Migné. “Temos uma montanha difícil para escalar contra o Brasil, mas vamos tentar estar à altura do desafio. Vai ser um jogo de prestígio”, acrescentou.

No fundo. o que os testes no som do estádio colocaram na frente do torcedor não foi só uma lista de nomes — foi o prenúncio de uma mudança de cenário. Com cinco alterações previstas para o Brasil e um Haiti que entra buscando reação. a estreia do som do Lincoln Financial Field acabou virando. cedo demais. a primeira pista do que pode mesmo começar a mexer no Grupo C.

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