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Charles Akonnor afasta-se da corrida pelo Gana

A conversa já era inevitável depois do despedimento de Otto Addo, mas Charles Akonnor acabou por pôr um travão na onda. O nome do antigo treinador dos “gigantes quenianos” voltou a circular—só que, agora, com uma resposta bem direta.

Misryoum newsroom reported que a Federação Ganesa de Futebol dispensou Otto Addo com efeitos imediatos, antes do Mundial-2026. O corte aconteceu a pouco mais de dois meses do início do maior evento mundial, poucas horas depois de Gana perder 2-1 frente à Alemanha em Estugarda, naquele que foi o quarto desaire consecutivo do país em jogos de preparação. Antes disso, já tinha sofrido um duro 5-1 contra a Áustria, num contexto que ficou pesado e acelerou decisões.

Depois do comunicado, os apontamentos de sucessores começaram a aparecer rápido—até porque Addo estava na sua segunda passagem pelo comando dos Black Stars. Ele tinha levado a equipa ao Mundial-2022 no Catar e ainda garantiu a qualificação para o torneio deste ano. Só que quando o cargo fica vago, tudo se reorganiza em torno da pergunta: quem vem agora? E aí, Akonnor foi um daqueles nomes que logo surgiram.

O treinador de 52 anos, que orientou os Black Stars entre 2020 e 2021, afastou-se da corrida. Misryoum editorial desk notou que a ligação ao Gana não faltava: Akonnor somou 51 internacionalizações pela seleção do Gana e marcou 13 golos. Mesmo assim, quando foi questionado sobre o lugar depois do jogo da FKF Premier League frente ao Kariobangi Sharks, no Estádio Nyayo, no sábado—num daqueles estádios onde dá para ouvir o ruído contínuo das bancadas… e o som do apito parece “rasgar” o ar, mesmo sem querer ouvir—Akonnor respondeu sem rodeios.

“Estou no Gor Mahia. Estou muito feliz. Estou a fazer um bom trabalho,” disse, já deixando claro o foco. Depois foi acrescentando que “estamos a lutar pelo título”, e que nada se sobrepõe a isso. Admitiu que, se houver qualquer ligação com a seleção, não é “nada de negativo”. E prometeu apoio aos Black Stars no Mundial, mas sem misturar as duas coisas. “Mas, para já, o meu foco está no Gor Mahia,” fechou a ideia.

O timing ajuda a entender a postura. Akonnor assumiu o Gor Mahia com contrato de dois anos a 1 de agosto de 2025, para liderar a equipa na época 2025/26, depois de uma temporada 2024/25 sem títulos. Agora, os resultados estão a falar alto: Misryoum analysis indicates que o Gor Mahia lidera atualmente a FKF Premier League com 57 pontos em 26 jogos, com vantagem de dois pontos sobre o AFC Leopards, que soma 55 pontos em 27 partidas. Ou seja, não é uma situação de “ver se dá”—é uma fase em que ele está, de facto, no centro da briga.

E enquanto isso, o Gana continua a olhar para o Mundial-2026 já com o grupo definido: os Black Stars vão disputar o torneio no Grupo L, com Panamá, Inglaterra e Croácia. O torneio decorrerá de 11 de junho a 19 de julho e será organizado em conjunto por 16 cidades—11 nos Estados Unidos, três no México e duas no Canadá. Será ainda o primeiro Mundial FIFA organizado por três países e também o primeiro a contar com 48 equipas, um aumento face às 32 anteriores. Só que, para o Gana, a decisão do banco… não dá para empurrar para depois. E, pelo menos por agora, Akonnor não parece ser o passo seguinte.

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